Geoprocessamento.NET - Geo.NET

Geo.NET na Rede

Arquivo

Últimas do Twitter

gsilveiraimggsilveiraimg: Nesta quinta-feira, 24/5, a Esri realiza um Webinar sobre o uso de dados Lidar no ArcGIS 10.1. Inscreva-se no site: http://t.co/Eeb5bOUI
5 minutes ago from web
Hans_ArgoteHans_Argote: Release of the free GIS Cloud Publisher extension for Esri ArcMap | http://t.co/uy6EG04z #SIG
5 minutes ago from Tweet Button
TNGEOTNGEO: If you're trying to reduce the service load on your ArcGIS Server deployment, consider offloading your basemaps... http://t.co/C4Aj8hKK
7 minutes ago from Facebook
FMEexchangeFMEexchange: Re: Overwritting ESRI GDB: Have you tried opening the feature type properties, and setting the Parameters. The ... http://t.co/HXj137fy
8 minutes ago from twitterfeed
  • INPE terá supercomputador 50 vezes mais rápido em 2009

    16 de julho de 2008 · Categoria: Notícias

    O Ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou durante a sua participação nesta segunda-feira, 14/07, no primeiro dia de eventos da 60ª Reunião Anual da SBPC, evento que acontece em Campinas, no interior de São Paulo, um investimento de R$ 48 milhões para pesquisa de mudanças climáticas.

    O aporte conjunto entre o MCT, através da FINEP (R$ 35 milhões), e da FAPESP (Fundação de Amparo á Pesquisa no Estado de São Paulo) (R$ 13 milhões) permitirá ao INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) adquirir um dos mais poderosos computadores do mundo.

    “Esse investimento demonstra o compromisso dos órgãos de pesquisa brasileiros – e do MCT em particular – com medidas concretas para entender e oferecer soluções relacionadas às mudanças climáticas”, disse o diretor do INPE, Gilberto Câmara.

    O novo supercomputador, que começará a operar em 2009, terá capacidade de processamento efetivo de 15 TFlops (15 trilhões de operações matemáticas por segundo). Esta capacidade é cerca de 50 vezes maior do que a atingida pela aparelhagem hoje utilizada pelo INPE, e resultará na elaboração de cenários de mudanças climáticas globais muito mais precisos, com altíssima resolução.

    Além disso, a sofisticada tecnologia vai permitir ao Brasil gerar cenários futuros para apoiar estudos de impactos e vulnerabilidade com o objetivo de subsidiar a elaboração de políticas públicas de enfrentamento e adaptação às variações no clima.

    Compartilhe:

Leave a Reply