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  • Para contornar a proibição, as firmas brasileiras passaram a recorrer a componentes feitos por empresas européias, que graças à paranóia americana abriram um novo nicho de mercado, o de produtos “Itar-free” (livres do Itar). A Opto trocou amplificadores e conversores de vídeo para poder usar equipamentos da Europa na câmera do CBERS-3. Outra conseqüência das limitações é a criação de um verdadeiro mercado negro de itens listados pelo Itar. Muitos são comprados dos EUA por empresas européias -já que os países da Europa têm menos restrições- e reexportados, à revelia do Tio Sam, para países de eixos diversos, do bem e do mal.

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  • da Efe, Pequim

    A China lançou hoje com sucesso o Chang’e 1, primeiro satélite do país asiático que orbitará ao redor da Lua. Trata-se de um passo decisivo no programa espacial do país asiático, que espera enviar seus astronautas ao satélite por volta de 2020. O Chang’e 1, cujo nome é inspirado numa deusa tradicional chinesa que, segundo a lenda, viajou à Lua e habita nela, foi lançado às 8h05 de Brasília a partir da base espacial de Xichang, na província de Sichuan.

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  • Empresas nacionais que trabalham na construção das naves CBERS-3 e 4 não conseguem mais importar peças americanas

    Limitação à exportação de tecnologia à China causa o problema, que pode atrasar lançamentos; embaixada afirma que veto não é novo Os Estados Unidos têm imposto restrições ao programa de satélites que o Brasil mantém em parceria com a China.

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