Geoprocessamento.NET - Geo.NET

Geo.NET na Rede

Arquivo

Últimas do Twitter

banata_wrbanata_wr: RT @rsgisforum: #RGFBlog GIS Cloud Publisher Extension for Esri ArcMap - Now you can easily create (cont) http://t.co/WjDAf66c
4 minutes ago from ÜberSocial for BlackBerry
agupagup: Looking to build mobile JavaScript mapping apps with ArcGIS? We have a compact build that you should look at: http://t.co/mMgjvzLf
5 minutes ago from TweetDeck
brent_piercebrent_pierce: RT @gisjourno: Lots to read in #Esri ArcWatch this month if you love #GIS and all things #geospatial! http://t.co/grGjs2Sr
8 minutes ago from web
jhibbetsjhibbets: MT @vkouyoumjian: .@jhibbets showing off Open Raleigh, NC, including CItyCamp (& their #Esri geoportal!) http://t.co/41UbywOW #OSBC
9 minutes ago from HootSuite
CanGeoEduCanGeoEdu: #geospatial #gis #geography #geoint #Esri Technology Guides Athletes in a Race at the End of the World | ArcWatch http://t.co/mZ2zMktZ
10 minutes ago from Tweet Button

  • Vistas aéreas de uma base naval secreta britânica estão no Google Earth. De acordo com o site do jornal The Sun, o programa revela a latitude e a longitude da base em Faslane, na Escócia, e pode significar uma ameaça. Especialistas militares alertam que isso pode facilitar ataques terroristas à base, que abriga submarinos nucleares – a imagem mostra claramente dois submarinos Vanguard Class, cada um com capacidade de carregar 16 mísseis nucleares.
    Um dos especialistas disse ao The Sun que "um ataque à nossa capacidade nuclear poderia causar uma devastação nunca vista, pois os terroristas poderiam saber exatamente para onde apontar". Assim como a Base Naval Clyde em Faslane, o programa também mostra claramente a área especial Trident, localizada a 16 km da base, onde são armazenadas as ogivas nucleares. E poderia ser usado também para localizar o quartal-general da Grã-Bretanha em Northwood, os escritórios do MI6 em Londres e locais de treinamento, alojamentos, escritórios e depósitos da Força Aérea Especial em Hereford.

    Leia o artigo completo »

  • A Coréia do Norte avisou hoje (9) que "haverá guerra" se algum país tentar interceptar o satélite de comunicações que planeja lançar, informou a agência sul-coreana Yonhap.
    "Vamos responder com um ataque militar mais potente a qualquer ato de interceptar nosso satélite", informou um porta-voz da agência oficial de notícias norte-coreana KCNA, citado pela Yonhap. "Disparar contra nosso satélite de fins pacíficos significaria a guerra", reforçou ele.
    Pyongyang alega que prepara o lançamento de um satélite de comunicações, mas o Japão, a Coréia do Sul e os Estados Unidos alegam que se trata de um teste do míssil de longo alcance Taepodong-2.

    Leia o artigo completo »

  • Cartografia Digital, Mapas, GoogleA difícil tarefa de desdobrar e dobrar um mapa pode estar prestes a desaparecer. Quem o diz é o principal responsável pela cartografia da Google, Ed Parsons, que, em entrevista ao diário espanhol “El Mundo”, fala das vantagens, mas também dos problemas, da cartografia digital.
    O Google Earth e o Google Maps desempenharam um papel revolucionário na cartografia digital, tornando acessível mapas e imagens satélite de todo o globo a qualquer pessoa com um computador e acesso à internet. No entanto, Ed Parsons, o responsável máximo pela cartografia da empresa norte-americana, refere que “o passo seguinte é chegar aos outros dispositivos [móveis]”.
    “É preciso um mapa quando se está fora de casa, de viagem e, sobretudo, quando se está perdido”, afirma Parsons, sublinhando que a utilidade dos mapas é maior quando se está fora de casa e não quando temos o computador à frente.
    Daí que a nova realidade dos mapas nos celulares e afins esteja para substituir os mapas tal como os conhecemos. “Um sistema que se possa levar no bolso fará com que os mapas em papel não sejam necessários nunca mais”, prevê o especialista em tecnologia geoespacial.

    Leia o artigo completo »

  • Visando à obtenção de medidas de chuvas em intervalos, a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) firmaram na tarde desta terça-feira (3) um acordo de cooperação técnica e científica.
    A união de esforços das duas instituições visa à obtenção de dados de chuva por satélites ambientais e a sua validação por meio de medidas realizadas por sensores situados em terra. O Brasil conta hoje com mais de 8 mil estações pluviométricas, das quais quase 3 mil são operadas pela ANA.
    No evento de celebração do acordo, o diretor-presidente da ANA, José Machado, e o presidente da AEB, Carlos Ganem, reforçaram que os benefícios sócio-econômicos do projeto requerem, sem dúvida, a conjunção de esforços entre as diversas instituições com atividades na área de monitoramento pluviométrico e meio ambiente.
    Ainda este ano, a ANA e a AEB definirão os procedimentos necessários à “calibração” das medidas efetuadas pelos satélites com aquelas realizadas em terra pelas estações pluviométricas instaladas em território nacional.

    Leia o artigo completo »

  • Sensoriamento remoto na recuperação de solosCom ajuda do satélite Envisat, da Agência Espacial Européia (ESA), um grupo de cientistas conseguiu registrar o processo de “cura” do solo após o terremoto que atingiu a região da cidade de Bam, Irã, em 2003.
    Com magnitude estimada em 6,3 na escala Richter, o terremoto provocou a morte de mais de 26 mil pessoas, ferindo outras 30 mil e destruiu a cidade.
    As imagens, obtidas pelos pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e Riverside e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, revelam a deformação e a recuperação da crosta terrestre, na primeira vez em que o fenômeno pode ser observado diretamente.
    O estudo foi publicado em artigo na edição desta quinta-feira (5/3) da revista Nature.
    Terremotos causam dilatações na zona atingida, em um processo por meio do qual a perda de material granular aumenta a porosidade e o volume da falha entre dois blocos rochosos.
    O terremoto em Bam ocorreu em uma falha localizada diretamente sob a cidade. O evento produziu grandes cortes em profundidades de 3 a 7 quilômetros, mas deixou poucos sinais na superfície.
    Os pesquisadores usaram uma técnica de sensoriamento remoto conhecida como InSAR para montar um conjunto de imagens feitas por radar que ressalta as variações na deformação na superfície nos três anos seguintes ao terremoto.
    As imagens revelaram ainda o afundamento nas partes acima da falha, que, segundo os autores do estudo, teria sido causado por uma reversão na dilatação gerada durante o terremoto.
    O artigo Shallow fault-zone dilatancy recovery after the 2003 Bam earthquake in Iran, de Eric Fielding e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.
    Fonte: Agência FAPESP

  • Um foguete japonês foi lançado nesta sexta-feira, 23, do centro espacial de Tanegashima, no sul do país, com o satélite Ibuki, o primeiro desse tipo a estudar do espaço os gases causadores do efeito estufa, informou a agência de notícias Kyodo.
    O foguete H-2A, fabricado pela Mitsubishi Heavy Industries, foi lançado no início da madrugada (Brasília) com o Ibuki e outros sete pequenos satélites a bordo.
    Segundo a Jaxa (agência espacial japonesa) o Ibuki se encarregará durante cinco anos de estudar a concentração na atmosfera da terra dos gases causadores do efeito estufa.
    O satélite, segundo a Jaxa e a Mitsubishi, poderá desempenhar um papel importante na luta contra o aquecimento global, pois será o primeiro desse tipo a estudar esses gases dessa forma.
    O Ibuki, que teve seu lançamento adiado há dois dias devido ao mau tempo, orbitará a Terra a uma altura de 666 quilômetros, de onde obterá dados a cada três dias sobre as concentrações de dióxido de carbono e metano em 56 mil pontos da terra ao longo de cinco anos. Fonte: Copyright © 2007 – 2009 Grupo Estado.

  • Segundo a NASA, quase 400 objectos converteram-se no lixo espacial que orbitou a Terra durante 2008, um aumento de 3,1% no que respeita aos níveis de 2007, pelo que o número total de detritos ascende agora a 12 743.
    Para isso contribuiu, em meados de Novembro, um acidente inusitado: uma bolsa com ferramentas escapou das mãos da astronauta Heidemarie Stefanyshyn-Piper durante um dos passeios espaciais para reparações no exterior da Estação Espacial Internacional.
    Foi um dos maiores objectos já perdidos durante passeios espaciais e pode ser vista da Terra com a ajuda de um telescópio. Estava orçada em 78 mil euros e agora é mais um dos inúmeros resíduos, entre eles destroços de satélites, do lixo espacial.
    A maior parte rastreada (96%) está na chamada órbita baixa da Terra, a uma altitude entre 800 e 1500 km, onde há muitos satélites ainda em operação que podem ser danificados por colisões.
    Quando a órbita desses corpos se aproxima muito da atmosfera terrestre, a maioria queima-se na reentrada ou cai no mar (cerca de 74% da superfície terrestre), mas podem atingir a Terra.

  • O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está em fase de aquisição dos novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, este será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM).
    Juntos, os satélites Amazônia-1 e Cbers-3 e 4 permitirão uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução e eliminando o risco de descontinuidade no fornecimento desse tipo de imagem por parte de satélites estrangeiros, como por exemplo o norte-americano Landsat.
    O Amazônia-1 é baseado em uma plataforma nacional que será também utilizada em outros satélites propostos para o Programa Espacial Brasileiro: o satélite científico Lattes-1, o satélite radar de observação da Terra Mapsar, e o satélite meteorológico de medidas de precipitação GPM-Br.
    Para desenvolver a PMM, o Inpe contratou na indústria nacional os subsistemas de telecomunicaçõ es, estrutura, propulsão e energia, cujos chamados modelos de vôo deverão ser entregues até meados de 2010, para dar início à etapa de integração e testes do Amazônia-1.
    Em paralelo, o Inpe está adquirindo os componentes para a carga útil do satélite, que envolvem equipamentos de transmissão e gravação a bordo e uma câmera ótica (AWFI), operando nas faixas do visível e do infravermelho próximo, com largura de faixa imageada de 750 quilômetros, com resolução de 40 metros.
    Além disso, um acordo assinado entre o Brasil, representado pelo Inpe, e o Reino Unido, representado pelo Rutherford Appleton Laboratory (RAL), permitirá incluir no Amazônia-1 a câmera inglesa Ralcam-3, com resolução da ordem de 10 metros, que complementará as imagens coletadas pela AWFI.
    No final do ano de 2008, o Inpe firmou contratos para aquisição de mais dois componentes do Amazônia-1: a câmera AWFI, contratada na indústria nacional, e o sistema de controle e computação embarcada, objeto de uma cooperação entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial Argentina (Conae).
    Para este ano, o Inpe espera concluir a contratação dos equipamentos restantes para a carga útil do Amazônia-1, resolver as questões de interface com a câmera Ralcam-3, e preparar os sistemas de suporte e a equipe de integração e testes para o satélite. Simultaneamente, espera-se iniciar as contratações relativas à segunda PMM, que deverá compor o satélite Lattes-1. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está em fase de aquisição dos novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, este será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM). Juntos, os satélites Amazônia-1 e Cbers-3 e 4 permitirão uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução e eliminando o risco de descontinuidade no fornecimento desse tipo de imagem por parte de satélites estrangeiros, como por exemplo o norte-americano Landsat.

    Leia o artigo completo »

  • Aproveitando a visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT) e o Institut de Recherche por le Développement (IRD) firmaram nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, um acordo para ampliar e aprimorar a cooperação mútua em áreas específicas da ciência, tecnologia e inovação espaciais.
    Gilberto Câmara, diretor do Inpe, e Michel Laurent, do IRD, participaram da solenidade na qual os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy assinaram acordos bilaterais.
    Em breve, por meio de suas estações de sensoriamento remoto instaladas em Cuiabá (MT) e Cayenne, na Guiana Francesa, Inpe e IRD disponibilizarão imagens dos satélites Cbers, Spot e Envisat para o desenvolvimento de pesquisas na área de monitoramento de florestas tropicais.
    O memorando firmado pretende promover o acesso livre aos dados de satélites, ampliar o conhecimento científico e a capacitação com o intercâmbio de estudantes, pesquisadores e técnicos, e cooperar, no interesse comum, para compreender e solucionar problemas sobre o uso do sensoriamento remoto para o desenvolvimento sustentável e pacífico.

    Leia o artigo completo »

  • 15 de dezembro – O centro do lançamento de satélite de Taiyuan da China lançou com sucesso o "Satélite de Sensoriamento Remoto V" ao espaço. Leia o artigo completo »