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  • Os motoristas de táxi de Nova York anunciaram que retomarão suas atividades na próxima terça-feira (23) e definirão uma nova estratégia após a greve parcial realizada nesta segunda.

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  • Brasil, Venezuela e países andinos abrem uma disputa pelos céus da América do Sul. Hoje, em Genebra, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, se reunirá com delegações de Colômbia, Bolívia e Peru para negociar uma solução para um impasse na concessão de um espaço orbital considerado estratégico na América do Sul. A Venezuela, que está aliada ao Uruguai e à China, também quer a aprovação de um espaço orbital para que possa lançar seu satélite Simon Bolívar durante as Olimpíadas de Pequim, em 2008. Costa acredita que a Venezuela poderá financiar o satélite andino. A autorização para o uso das diferentes órbitas é dada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), que realiza nesta semana em Genebra sua conferência sobre radiocomunicações. “Precisamos dessa posição orbital”, afirmou Costa. Segundo o ministro, o Brasil destinaria R$ 700 milhões ao novo satélite.

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  • Para contornar a proibição, as firmas brasileiras passaram a recorrer a componentes feitos por empresas européias, que graças à paranóia americana abriram um novo nicho de mercado, o de produtos “Itar-free” (livres do Itar). A Opto trocou amplificadores e conversores de vídeo para poder usar equipamentos da Europa na câmera do CBERS-3. Outra conseqüência das limitações é a criação de um verdadeiro mercado negro de itens listados pelo Itar. Muitos são comprados dos EUA por empresas européias -já que os países da Europa têm menos restrições- e reexportados, à revelia do Tio Sam, para países de eixos diversos, do bem e do mal.

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  • da Efe, Pequim

    A China lançou hoje com sucesso o Chang’e 1, primeiro satélite do país asiático que orbitará ao redor da Lua. Trata-se de um passo decisivo no programa espacial do país asiático, que espera enviar seus astronautas ao satélite por volta de 2020. O Chang’e 1, cujo nome é inspirado numa deusa tradicional chinesa que, segundo a lenda, viajou à Lua e habita nela, foi lançado às 8h05 de Brasília a partir da base espacial de Xichang, na província de Sichuan.

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  • Empresas nacionais que trabalham na construção das naves CBERS-3 e 4 não conseguem mais importar peças americanas

    Limitação à exportação de tecnologia à China causa o problema, que pode atrasar lançamentos; embaixada afirma que veto não é novo Os Estados Unidos têm imposto restrições ao programa de satélites que o Brasil mantém em parceria com a China.

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